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A Cabanha

A Cabanha da Brisa localizada no 2º Sub-Distrito de Quarai/RS na Estância Garupá, nasceu como a realização de um sonho pessoal de Ângela Guerra Albornoz em 18 de fevereiro de 1991, quando optando por abandonar sua Agência de Turismo em Porto Alegre, começou a trabalhar com pecuária nos campos da empresa de sua família em Livramento, Uruguaiana e Quarai.

O nome BRISA foi uma homenagem a seus filhos BRuno e ISAdora.

               Nesse ano, em 1991, adquiriu seus primeiros animais da raça crioula na Exposição de Pelotas.

Entre esses animais estava a Floresta 122, de Ottoni Xavier/Luiz Ottoni Gastal Xavier, uma gateada rosilha que trazia no ventre a prenhez de Chefe da Tradição, tordilho da criação do Dr. Luis Martins Bastos, filho de Tren Tren Arrebol em umas de suas melhores éguas, a Melincue Juana (mãe do Freio de Prata Imigrante da Tradição).

              Em 26 de outubro de 1991 nasce o RP 01 - Estreno da Brisa. Um lindo tordilho vinagre que foi confirmado como reprodutor na primeira fila na Exposição de Alegrete, em 1994.

A égua Floresta 122, morta em 2004, deixa quatro éguas reservas na Cabanha (dentre elas a Fantasia, Campeã Potranca Maior na Exposição de Santana do Livramento em 2000) e uma grande descendência através de seu filho Estreno.

Já em 1995, quando da venda total dos animais de afixo Guaraçahy do Lanifício Albornoz, a Cabanha da Brisa acrescentou ao seu plantel diversas matrizes desse afixo, fazendo aí sua base genética.

Incorporou também, os sangues de Sorro Campeiro, com Menino dos Galpões; do Tetra-Campeão da Expointer, Aculeo Tapaboca, através do Bandoneón da Guaraçahy; do 1º Freio de Ouro, Itaí Tupambaé, por Bucaneiro da Guaraçahy; e de Guampa Tarrudo - Grande Campeão de Palermo e vencedor da Marcha de Resistência de Longo Alento (750 km) na Argentina - por seu filho Tarrudo da Guaraçahy.

Em 1996, devido à grave enfermidade de Ângela, seu marido, Paulo Ricardo Rauber, passa a gerir o negócio.

No ano 2000, a Brisa busca na Paineiras a BT Nogueira, uma linda baia filha do BT Apache que se sagra Grande Campeã na 64ª Exposição de Livramento em 2002 e 3ª Melhor Égua Adulta da Exposição de Outono de Bagé 2003, obtendo assim o Passaporte para Expointer.

E é em 2003 que se constitui o Condomínio Cabanha da Brisa, do qual também participam seus filhos Isadora e Bruno Albornoz Cutin.

Nesse mesmo ano, a Brisa incorpora a genética Tupambaé, através da aquisição de Feliz Tupambaé (tordilho filho de Bronze na Amêndoa).

Com esse reprodutor somam-se os sangues dos Freios de Ouro, Nobre Tupambaé e Itaipu de São Martim, além dos sangues de Amarela dos Cinco Salsos (mãe de Oriental Tupambaé), de Preciosa dos Cinco Salsos (mãe de Itaí, Nobre e Bellaco) e de Mancha Tupambaé (mãe de Rico Raco). E, na 66ª Exposição de Livramento em 2004, obtém o Reservado Campeão Cavalo Adulto e 4º Melhor Macho.

 

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